quarta-feira, 31 de outubro de 2012

GENÉRICO: UMA QUESTÃO DE COR?

  Tudo começa com a lei dos genéricos (lei 9787/99-ANVISA), nela existe a descrição do medicamento genérico e suas diferenças, se comparado aos de referência e aos similares.
  Mas qual é a diferença entre os medicamentos genéricos??  Caso, o leitor seja farmaceutico, dirá que é o DCB (denominaçãodo fármaco), dentre outros termos técnicos; mas a minha questão vai além, com enfoque no MARKETING!
 Qual é a cor da embalagem original?  Verde Claro, Verde Escuro, Azul, Rosa, Roxa... Já ouvi tantos consumidores no balcão da drogaria, que exigiam que o genérico tivesse a caixinha de determinada cor, caso contrário não levariam o medicamento! Nesse caso, acredito que a cor é a identidade da MARCA!
 Essa questão do BRAND, mexe com a mente humana, sabiam?! Pois é, cada marca possui seus atributos e peculiaridades, de forma que tudo retrate o conceito do produto ou da empresa. Interessante é o BRAND AWARENESS, que é a consciência de marca, ou seja quanto uma marca é conhecida, e  isso pode significar uma vantagem competitiva para as empresas ao lançarem novos produtos. O que chama mais atenção é que o reconhecimento da marca está associado a capacidade do consumidor  identificá-la por meio de imagem, COR, slogan, jingle!
 Mas, voltando aos genéricos, a grande sacada da indúsdtria farmacêutica foi/é atribuir a cor para promover o BRAND AWARENESS de suas marcas, o que tornam os consumidores fiéis a sua identidade, ou seja a COR correspondente!

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